Área azul voltou a ser discutida na Câmara de Vereadores

As campanhas promovidas pela CDL e ACEI, não têm surtido efeito e o vereador Marcelo Machado (PP), pede que estudos sejam feitos para a retomada do estacionamento rotativo na cidade.

 

A volta do estacionamento rotativo em Ituporanga voltou a ser cobrada pelo vereador Marcelo Machado (PP) na sessão de segunda-feira (17). Ele apresentou indicação sugerindo que estudos sejam feitos para a retomada do estacionamento pago. Segundo o vereador as campanhas de conscientização “Minha empresa é parceira e o Estacionamento aqui é para o cliente”, iniciadas em abril e promovidas pela CDL e Associação Comercial de Ituporanga, não estão surtindo o efeito necessário.

A campanha propõe que o os funcionários e proprietários dos estabelecimentos comerciais, utilizassem estacionamentos privados, priorizando as vagas em frente as lojas para os clientes. A medida previa ainda, junto a prefeitura, desconto no IPTU para proprietários que cedessem terreno para estacionamento aos lojistas e funcionários.

Machado lembrou que na semana passada no “Liquida Ituporanga” o trânsito virou um caos, ninguém conseguia vaga de estacionamento. A falta de vagas, justificada em dias de maior movimento, como no sábado feliz e em outras datas comemorativas para o comércio, permanece também durante a semana. “Muitos precisam estacionar cerca de 2 a 3 quilômetros de distância. Não se tem um bom senso, pessoas que estacionam e deixam o carro ali por horas tirando a oportunidade de outras pessoas estacionarem. Precisamos cobrar mais do executivo um estudo de viabilidade da volta da área azul, porque como está não pode continuar”, afirmou.

O vereador Adriano Coelho (PP) citou o exemplo da Área Azul de Rio do Sul. Segundo ele é uma maneira que não onera o bolso da população e funciona. “O motorista simplesmente coloca o crédito, seja através do site, aplicativo ou compra em algum comércio conveniado e não se incomoda depois, o crédito é cobrado e pronto. Outro ponto positivo que se têm lá é o estacionamento fracionado de meia em meia hora, que devemos tomar como exemplo”, sugeriu.

Coelho ainda alertou que é preciso muito cuidado na hora de contratar a empresa que vai  administrar o estacionamento pago, para que o município não saia no prejuízo. “Já tivemos um exemplo ruim com a SERMOG e precisamos tomar cuidado na nova contratação. Avaliar as melhores maneiras e também, claro, fiscalizar”, finalizou o parlamentar.

Assessoria de Comunicação

Erlon Carlos