Ato de desordem obriga presidente da Câmara a interromper Sessão

            A sessão da Câmara de Vereadores de ontem (23) foi acompanhada por vários funcionários ligados a área da saúde do município. Eles foram na expectativa que seria votado o projeto de lei que trata do PMAQ (Programa Nacional de Melhoria do Acesso e da Qualidade da Atenção Básica).

Como o projeto não entrou na ordem do dia, um integrante ligado a saúde, bastante exaltado, acabou promovendo um ato de desordem, obrigando o presidente Gervásio Tholl a interromper a sessão por cerca de 10 minutos.

            A pessoa, que ainda não foi identificada, queria utilizar a palavra livre de qualquer jeito, sem no entanto ser oficialmente o representante da classe dos funcionários da saúde e sem ter feito a pré-inscrição para poder utilizar a tribuna livre, conforme manda o regimento interno da casa.

            O homem ficava interrompendo a fala dos vereadores, além de ter se posicionado na escada de acesso ao plenário, local proibido. O vereador Gervásio pediu por diversas vezes para que o mesmo se retirasse do local e fosse acompanhar a sessão sentado com as demais pessoas. Como este permanecia intransigente, a sessão teve que ser interrompida.

            O vereador Gervásio afirmou que após a identificação do causador da confusão a Câmara irá representar judicialmente contra ele.  

            "A palavra é livre a qualquer cidadão, a qualquer entidade, a qualquer pessoa que queira usa-la, desde que siga o regimento interno da Câmara ou a Lei Orgânica do Município. Nós vereadores para podermos intervir na palavra de um ou outro vereador temos que pedir autorização", explicou o vereador Léo, lamentando o ocorrido durante a sessão.

            O projeto que trata do PMAQ permanece na casa sendo analisado pelos vereadores para que possa ser ir a votação.