Vereador reclama da qualidade da água distribuída pela CASAN em alguns bairros de Ituporanga

Tema virou assunto na sessão de segunda-feira (13), o vereador Marcelo Machado (PP) enviou requerimento a CASAN pedindo explicações.

Não é de hoje que a falta e a qualidade da água fornecida pela Companhia Catarinense de Águas e Saneamento (CASAN) vira pauta na Câmara de Vereadores. Moradores procuram quase que diariamente os legisladores para reclamar. O Loteamento Girassol é o que mais sofre na cidade com a falta de água. Por ser em um local alto acaba convivendo com o problema toda semana, vereadores já fizeram diversas indicações e reclamações, mas o problema persiste. O vereador Marcelo Machado (PP) na sessão da última segunda-feira (13), apresentou requerimento cobrando explicações da direção estadual e da gerência local da CASAN sobre a qualidade da água que é distribuída, que em muitos casos chega toldada, tipo barrenta, impossibilitando o consumo, lavagem de roupas ou qualquer outra utilidade.

Ao justificar o seu requerimento o vereador lembrou que o problema já vem se arrastando há muitos anos. “Lembro que a quase uma década, o vereador Jaime Sens, trouxe para essa casa um copo com uma água barrenta destacando o descaso com o fornecimento em Ituporanga. Se passaram os anos e o tema precisa entrar em pauta novamente. Bairros da cidade convivem com o problema pelo menos uma vez na semana. Não se consegue lavar roupas, fazer comida e até tomar água”, destacou o vereador.

Machado encaminhou um requerimento à CASAN pedindo que um responsável venha até a Câmara esclarecer sobre o problema. “Não pagamos barato pela água que consumimos. O bairro Santo Antônio já conta com a rede de esgoto, um investimento altíssimo e que não resolveu de nada o problema. Espero uma resposta decente e convincente da CASAN",  concluiu.

O vereador, Édio Daniel Fernandes “Edinho” (MDB) sugeriu que o departamento jurídico da Prefeitura deve acionar a CASAN e exigir o cumprimento do contrato e a solução definitiva para esses problemas. “O contrato foi firmado com a Prefeitura, acho por bem que o executivo juntamente com o departamento jurídico cobre explicações e soluções, deve existir um meio legal de cobrar isso”, finalizou.

Assessoria de Comunicação

Erlon Carlos